Data Room · Nível 1

Acesso Restrito

Este documento é confidencial e destinado exclusivamente a investidores credenciados pela BAE Ventures.

Código de acesso inválido. Contacte António Parente.
x3,43
MOIC Projetado
>25%
IRR Alvo
€8M
Target Total · 3 Rondas
€100k
Ticket Recomendado · R1
O Que É a BAE Ventures S.A.

A BAE Ventures S.A.(BAE) é uma Sociedade Anónima portuguesa de investimento sectorial, co-investida por operadores e decisores do turismo. A BAE não é agnóstica — traz 30+ anos de experiência operacional no setor para identificar problemas reais antes do mercado financeiro os reconhecer.

Os acionistas não são apenas investidores, são co-proprietários da camada de inteligência que vai redefinir a sua própria indústria.

A BAE gera valor através de três fontes complementares: a valorização das participações do portfólio, as comissões de gestão dos fundos que administra, e as performance fees geradas quando os investimentos superam os benchmarks definidos. Esta estrutura alinha completamente os incentivos da gestão com os interesses dos acionistas.

A BAE não subscreve a lógica de uma VC generalista que avalia oportunidades com modelos financeiros. Avalia-as com décadas de experiência operacional no terreno — sabendo se o problema é real, se o operador que decide a compra tem orçamento e mandato, e se a solução é viável na realidade das operações hoteleiras e turísticas.

Como o Acionista Ganha
01
Curto a Médio Prazo
Valorização da BAE
À medida que novas rondas entram a valorizações mais elevadas, as ações existentes valorizam directamente. Cada ronda subsequente é um mark-up do capital anterior — independentemente de exits individuais. O acionista beneficia da valorização da BAE desde o primeiro dia.
02
Médio a Longo Prazo
Distribuição por Exits
Quando uma empresa do portfólio é adquirida ou entra numa ronda de investimento com valorização superior, os rendimentos fluem para a BAE e são distribuídos proporcionalmente aos acionistas — dividendos e mais-valias por cada exit individual. Os dois mecanismos funcionam em paralelo.
03
Contínuo · Recorrente
Advisor de Fundos
A BAE actua como advisor do BAE Travel & Tourism Fund, auferindo comissões de gestão anuais e performance fees sobre os retornos que excedam os benchmarks definidos. Esta receita recorrente e previsível contribui directamente para a sua valorização — e consequentemente para a valorização das posições dos acionistas.
A Cap Table como Ativo Estratégico

A BAE agrega investidores que percebam e descodifiquem os problemas do setor — e que estejam interessados em estar à frente da inovação através das suas próprias estruturas. Não é um requisito de entrada: é a fonte da vantagem competitiva da BAE.

Pipeline & Deal Flow Activo
58.300
Startups identificadas com potencial relevante
391
Com relatório de avaliação completo
71
Oportunidades pré-qualificadas
9
Investimentos em fase de execução
Equipa de Gestão
HV
Henrique Veiga
CEO & Co-Fundador
  • 35+ anos de experiência em turismo e hospitality
  • €6,3 mil milhões em projetos de investimento liderados
  • Private Equity e Venture Capital — Hospitality, Real Estate, Tecnologia
  • Projetos em Europa, ME, EUA, LatAm, África
  • Relação direta com grandes operadores institucionais
LM
Luís Mourão
Innovation & Co-Fundador
  • 30+ anos em turismo, tecnologia e consultoria
  • Especialização em transformação digital
  • Projetos internacionais de integração tecnológica
  • Investigação académica em IA e automação hoteleira
  • Programas de inovação com grupos internacionais
AP
António Parente
Head of Investor Relations
  • Fundraising & Capital Markets
  • Gestão do pipeline de LPs institucionais e privados
  • Estratégia de comunicação com investidores
  • antonio.parente@baeventures.com
  • +351 910 933 375
Subscrição em curso
VeículoSociedade Anónima Portuguesa
ParticipaçãoAções Preferenciais de Categoria A
Ticket Recomendado€100.000
Target Total€8.000.000 em 3 rondas
Estado Actual1ª Ronda (2.ª emissão) — Aberta para subscrição
Retorno Projetadox3,43 MOIC  ·  IRR >25%
Liquidez LPMercado secundário interno + eventos estratégicos
HorizonteMédio-longo prazo · sem maturidade definida
Perfil LP AlvoOperadores turísticos · Family offices · Empresas do setor

Agende uma reunião de 30 minutos com Henrique Veiga (CEO) para mais esclarecimentos.
António Parente
Head of Investor Relations
antonio.parente@baeventures.com
+351 910 933 375
www.baeventures.com
Solicitar Reunião →
Ecossistema BAE Ventures

A BAE não é apenas um veículo de capital — é uma plataforma de inteligência sectorial que converte conhecimento operacional em vantagem de investimento estrutural. O ecossistema tem quatro componentes que se reforçam mutuamente.

01
Nexus Travel & Tourism Intelligence
Inteligência & Deal Flow
02
Nexus Innovation Lab
Corporate Programs
03
BAE Ventures S.A.
Gestão & Execução
04
BAE Travel &Tourism Fund
Tese & Liquidez
Nexus Travel & Tourism Intelligence — Plataforma de Inteligência e Agregação Sectorial

O Nexus Travel & Tourism Intelligence é a plataforma interna de conhecimento e inteligência da BAE Ventures. Centraliza insights, dealflow, dados de mercado e conteúdos de programas, conectando startups, empresas do sector, investidores e especialistas num único espaço. É o mecanismo de produção de deal flow proprietário que diferencia a BAE de qualquer Venture Capital generalista.

A arquitetura do Nexus Travel & Tourism Intelligence organiza-se em 9 verticais, cobrindo a totalidade da cadeia de valor do turismo. Esta estrutura é o filtro conceptual que determina o que entra ou não no pipeline de investimento.

9
Verticais Temáticas
46+
Venture Partners Activos
24
Cidades · 5 Continentes
A. Benefícios Directos às Decisões de Investimento
Sinalização Antecipada de Tendências

A rede de 46+ Venture Partners em 24 cidades e 5 continentes detecta tendências emergentes 12–18 meses antes de chegarem ao mainstream. Quando um tema se destaca, a rede de Venture Partners sinaliza-o, a Nexus Travel & Tourism Intelligence assinala-o muitas vezes antes de qualquer publicação de mercado. A BAE investe na janela de formação de valor — antes de o mercado já ter quantificado a oportunidade.

Validação de Teses com Dados Operacionais Reais

O conteúdo das verticais é curado a partir do que os corporate partners e os Venture Partners reportam como dores reais e não resolvidas. A tese de investimento não é construída em cima de relatórios de consultoras — é refinada continuamente por feedback operacional de quem compra a tecnologia. O resultado é uma tese que, em média, tem uma correlação mais alta com a realidade do mercado do que qualquer análise top-down.

Filtragem de Risco de Adopção Antes do Capital

O maior risco em early-stage não é tecnológico — é de adopção. A BAE, através do Nexus Travel & Tourism Intelligence e dos seus corporate partners, consegue validar se um problema existe, se há budget alocado para o resolver, e se os decisores estão dispostos a assinar uma POC (Prova de Conceito) antes de fechar o investimento. Este mecanismo é estruturalmente impossível de replicar por um Venture Capital generalista sem acesso operacional ao setor.

B. Benefícios Indirectos — Inteligência Acumulada e Reputação
Nexus Innovation Lab & BAE — Validação Operacional
A BAE como Veículo de Pensamento Estratégico
Laboratório de Tese

A tese de investimento da BAE e do BAE Travel & Tourism Fund é primeiramente construída, monitorizada e testada no Nexus Innovation Lab. A sua flexibilidade permite identificar os temas emergentes.

Relações de Confiança

As relações com founders, operadores e ecossistema são cultivadas inicialmente na Nexus Innovation Lab — onde a informalidade e a velocidade permitem criar confiança nos investimentos.

Agilidade de Execução

A existência do Nexus Innovation Lab permite uma decisão rápida, fundamentada e validada nas decisões de investimento e acompanhamento das investidas.

BAE Travel & Tourism Fund

O BAE Travel & Tourism Fund é o Fundo de Investimento Alternativo de Capital de Risco Aberto gerido pela Sixty Degrees — o veículo de aplicação da tese de investimento da BAE a uma escala institucional. Regulado pela CMVM, com Caixa Geral de Depósitos como depositário e Kreston SROC como auditor.

A estrutura (Evergreen) — sem data de maturidade definida — é deliberada. Permite que o Fundo acompanhe as participadas pelo ciclo de vida que a tese exige (5–8 anos para Strategic Anchors) sem a pressão de returns forçados por calendário que um prazo definido impõe.

BAE Travel & Tourism Fund
FIA Aberto · Decreto-Lei 27/2023
GestoraSixty Degrees — Sociedade Gestora de OIC, S.A.
DepositárioCaixa Geral de Depósitos, S.A.
SupervisãoCMVM — regulado e supervisionado
Target€50M
Ticket mínimo€100.000
Ticket Recomendado€250.000+
CategoriasA (€100k) · B (€250k+)
Comissão gestão2,0% cat. A · 1,5% cat. B
Comissão performance20% sobre rentabilidade anual > 7%
Carência4 anos por subscrição
ResgatesAté 5%/mês após carência · limite global 3% do VLGF/mês
Retorno projetadox3,5 MOIC · > 25% IRR
Modelo Duplo de Liquidez & Escala — A Arquitectura do Portfólio
Liquidity Builders — 60% do Portfólio
Curto Prazo · 2–4 anos

SaaS, iPaaS e soluções de AI aplicada com ciclos de crescimento e liquidez rápidos. Produtos com adoção provada, PMF validado, e potencial de M&A por incumbentes do setor ou grandes plataformas tecnológicas em 24–36 meses. Geram liquidez precoce para o Fundo, demonstram tração e validam a tese para rondas subsequentes.

Exemplos: automação operacional hoteleira, ferramentas de revenue management enriquecidas com layers de AI, APIs de normalização de dados para PMSs específicos
Strategic Anchors — 40% do Portfólio
Longo Prazo · 5–8 anos

Participações em infraestruturas digitais críticas e estruturais do setor turístico. Empresas que constroem camadas de plataforma com switching costs elevados, efeitos de rede e potencial de se tornarem o sistema nervoso de toda uma vertical. Horizonte de 5–8 anos, upside estrutural e múltiplos de retorno mais elevados.

Exemplos: plataformas de identidade digital para o setor, infraestruturas de dados unificados, TrustTech com mandato regulatório europeu
O Ecossistema como Sistema — Como os 4 Componentes se Reforçam
Nexus Travel & Tourism Intelligence → alimenta o Nexus Innovation Lab com dados e comunidade. Alimenta a BAE com deal flow e inteligência. Alimenta o Fundo com validação de teses e due diligence qualificado.
Nexus Innovation Lab → identifica dores reais para o Nexus Travel & Tourism Intelligence. Valida PMF para os investimentos da BAE. Fornece primeiros clientes para as participadas do Fundo.
BAE → testa a tese com velocidade. Constrói as relações de confiança. Gera os casos de sucesso em conjunto com o Fundo.
BAE Travel & Tourism Fund → escala a tese com capital institucional. Dá amplitude ao ecossistema. Oferece liquidez estruturada e retornos ajustados ao risco para investidores institucionais.

O resultado é uma plataforma de investimento onde cada componente produz retorno incremental para os outros — um modelo que não é replicável sem a combinação dos quatro elementos, construído durante anos com especialização profunda no setor.


Agende uma reunião de 30 minutos com Henrique Veiga (CEO). BAE Ventures pode criar valor para o seu perfil de investidor.
António Parente
Head of Investor Relations
Solicitar Reunião →
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Investimos na próxima camada de infraestrutura digital que irá tornar o setor global de Travel, Tourism & Hospitality mais inteligente, interoperável, seguro e sustentável. Não procuramos aplicações incrementais — procuramos camadas estruturantes com potencial de moldar a arquitectura do setor na próxima década.

BAE Ventures · Tese de Investimento 2026–2035
$9,5T
Gasto Global em Viagens 2025
$1,1T→$4T
TAM TravelTech 2026→2036
+15,6%
CAGR TAM (5 Pilares)
$20B→$122B
SAM Early-Stage VC (6× em 10 anos)
2026–2028
Janela de Entrada Óptima
O Momento Histórico do Turismo Global

O turismo global atravessa, em 2026, uma transição que não tem paralelo na sua história moderna. Após a ruptura pandémica de 2020–2022 e a recuperação acelerada de 2023–2025, o setor não regressou a uma normalidade anterior — entrou numa fase inteiramente nova, definida por forças estruturais, designadamente o surgimento da Inteligência Artificial, que tornam a arquitectura tecnológica e operacional existente fundamentalmente inadequada para a próxima década.

O gasto global em viagens ultrapassou os $9,5 triliões em 2025, superando os níveis pré-pandemia. A trajectória projectada aponta para os $16 triliões até 2034, com CAGR de 5,5%. O setor caminha para mais de 30 mil milhões de viagens anuais até 2034 — e os sistemas actuais, construídos para uma fracção deste volume, simplesmente não conseguem suportar esta escala.

O Problema Central do Setor

O turismo global opera sobre uma infraestrutura tecnológica concebida nos últimos 30 a 50 anos. Os GDSs que processam a maioria das reservas aéreas mundiais assentam em arquitecturas COBOL dos anos 1960–70. Os PMS que gerem a operação da maioria dos hotéis não foram concebidos para comunicar com APIs modernas. Os sistemas de pagamento continuam, maioritariamente, desconectados dos fluxos de reserva.

O resultado: um setor profundamente fragmentado, percepcionado como digital mas, analógico nas suas operações — com processos manuais, dados em silos, e sistemas fragmentados que comunicam dificilmente entre si.

Transição 1
Sistemas AI-native
A IA agentic torna-se o motor operativo do setor — pricing, forecasting, disruption management, personalização
Transição 2
Data-interoperability
Normalização de dados, APIs universais e modelos Offers & Orders tornam-se a nova linguagem comum do setor
Transição 3
Trust & Compliance
Cibersegurança, identidade digital e sustentabilidade passam de funções de suporte a imperativos de governança
As Seis Forças Estruturantes da Próxima Década

A análise das conjunturas globais em curso — com base no WEF Global Risks Report 2026, BlackRock BGRI de Março de 2026, e relatórios da Deloitte, Rabobank e CFR — identifica seis forças que definirão o turismo entre 2026 e 2036 e têm impacto directo sobre os mercados, a velocidade de adopção tecnológica e o perfil de risco-retorno do portfólio da BAE.

Força I
IA como Sistema Operativo do Setor
+

A IA agentic deixa de ser uma feature periférica e torna-se o motor operativo central do turismo. Agentes de IA gerem pricing e inventário em tempo real, sistemas conversacionais substituem interfaces search-and-book, e modelos de personalização incorporam mais de 200 variáveis contextuais por interacção.

Estimamos que 30 a 50% dos processos administrativos do setor serão automatizados até 2030. A IA pode tornar pesquisas e reservas 90% mais eficientes em ambientes AI-native. Empresas que não migrarem nos próximos 5 anos tornar-se-ão rapidamente não-competitivas.

Horizonte2026–2030
Risco portfólioBaixo (acelerador)
Probabilidade95%
Força II
Interoperabilidade e Normalização de Dados
+

O setor caminha para a maior normalização de dados da sua história. A adopção do modelo Offers & Orders nos transportes — liderada pela IATA ONE Order — cria um precedente para a unificação que se estenderá ao sector. A pressão regulatória europeia (Data Act, GDPR, ESRS) obriga à portabilidade e governança de dados em formatos auditáveis.

Emergem data layers unificados, APIs abertas e plataformas de clean rooms que permitem a partilha segura de dados entre operadores. Empresas que construirem estas infraestruturas tornar-se-ão guardiões críticos com "switching costs" elevados e efeitos de rede auto-reforçantes.

Horizonte2027–2031
Risco portfólioMisto (depende de standards)
Probabilidade80%
Força III
Cibersegurança e Confiança Digital
+

O setor de travel e hospitality tornou-se um dos alvos mais atractivos para cibercriminosos. Os ataques crescem a mais de 60% ao ano (JAAUTH 2024), o custo médio por incidente supera $500.000, e registaram-se mais de 8.000 data breaches no primeiro semestre de 2025 com 345 milhões de registos expostos. Os ataques AI-driven cresceram 1.265% em 2025.

A regulação NIS2, AI Act, DORA e Cyber Resilience Act criam obrigações legais que transformam o investimento em segurança de discricionário para obrigatório. A ameaça quântica ("harvest now, decrypt later") torna toda a infraestrutura de dados históricos do setor vulnerável — a migração para PQC é mandatória.

HorizonteImediato
Risco portfólioMínimo (procura mandatória)
Probabilidade100%
Força IV
Sustentabilidade e Pressão Climática
+

O pacote Fit for 55 impõe reduções de 55% nas emissões até 2030. O ESRS obriga as grandes empresas (desde 2025) e PME (2026–2028) a reportar métricas ambientais em formatos auditáveis. A EU Taxonomy condiciona o acesso a financiamento à classificação de sustentabilidade.

A título de exemplo, apenas 12% dos hotéis têm sistemas de monitorização energética integrados (Oracle Hospitality 2024). O ESRS obriga a métricas auditáveis que a grande maioria dos operadores não consegue gerar com os sistemas actuais. Esta realidade transforma a sustentabilidade de obrigação de compliance num imperativo de sobrevivência operacional.

Horizonte2026–2036
Risco portfólioBaixo (regulação EU)
Probabilidade100%
Força V
Fragmentação Geopolítica e Novos Fluxos
+

O confronto geopolítico é o risco nº1 do WEF 2026, subindo oito posições. Os EUA tornaram-se o único país de 184 analisados pelo WTTC a registar queda de receita turística em 2025 — uma perda de $12,5 biliões que reflecte tarifas, desincentivo às viagem e sentimento anti-EUA nos mercados europeus e canadianos.

Estes fluxos estão a ser redireccionados para a Europa e Ásia — criando uma janela de crescimento directamente capturável pela BAE enquanto investidor europeu. O anti-EUA sentiment não é um risco para a BAE.

Horizonte2026–2029
Risco portfólioAlto P1/P2 · Positivo EU/MENA
Probabilidade85%
Força VI
Explosão Demográfica da Classe Média Global
+

A expansão da classe média nas economias emergentes constitui o motor de crescimento estrutural mais poderoso do turismo global na próxima década. A Índia deverá superar a China como principal motor de crescimento de viajantes outbound a partir de 2029, com uma classe média de 450 milhões de pessoas.

O rendimento disponível global crescerá de $80,2 biliões em 2026 para $136,4 biliões em 2035 — crescimento de 70% em dez anos. A percentagem alocada ao turismo crescerá de 6,9% para 9,8%, reflectindo a valorização crescente das experiências face aos bens materiais.

Horizonte2026–2035
Risco portfólioMínimo (vento de cauda)
Probabilidade90%
A Nossa Tese de Investimento — Os Quatro Eixos

A tese da BAE assenta numa convicção estruturante: a indústria global de Travel, Tourism & Hospitality está a entrar na sua década de reconstrução digital, tal como o setor financeiro viveu entre 2008 e 2020 e o retalho entre 2010 e 2023. A questão não é se acontece — é quem lidera e quem captura o valor.

Eixo I
IA como Sistema Operativo do Setor

Tudo — pricing, forecasting, concierge, disruption management, automação operacional, personalização — será gerido por agentes de IA. Investimos em empresas que se tornam o sistema nervoso do setor, não as suas aplicações periféricas.

Eixo II
Dados Interoperáveis e Infraestrutura Normalizada

As empresas que unificarem os silos de dados do setor capturarão uma posição de gateway impossível de contornar — com switching costs elevados e efeitos de rede auto-reforçantes. Investimos antes dos incumbentes conseguirem desenvolver soluções próprias.

Eixo III
TrustTech e Cibersegurança como Base de Competitividade

É o único eixo onde a procura é genuinamente mandatória por regulação — independente do ciclo económico, do sentimento do investidor, ou da velocidade de adopção do mercado. NIS2, AI Act, DORA e Cyber Resilience Act criam uma procura que não pode ser adiada.

Eixo IV
Eficiência, Sustentabilidade e Operações Inteligentes

Soluções que reduzem custos operacionais entre 15% e 35% e suportam sustentabilidade heurística terão procura explosiva. O capital institucional europeu exige cada vez mais métricas ESG como pré-requisito de investimento em operações turísticas.

Análise Sum-of-the-Parts — TAM (Total Addressable Market) por Pilar

A quantificação do potencial de mercado de cada pilar segue uma metodologia top-down rigorosa em seis camadas sequenciais — partindo do rendimento disponível global das famílias e da despesa pública em turismo, e terminando no SAM (Serviceable Available Market) endereçável por capital early-stage VC.

Pilar CAGR Base / Risk-Adj. TAM 2026 TAM 2036 Baseline TAM 2036 Risk-Adj. SAM VC 2026→2030
P1 — IA & Distribuição
Score mercado: 78/100
+12,5%/+10,8% $428B $1.240B $1.040B $5,8B→$12,8B
P2 — Infraestrutura de Dados
Score mercado: 57/100
+17,4%/+16,9% $171B $728B $655B $4,2B→$10,9B
P3 — TrustTech & Ciberseg.
Score mercado: 49/100
+18,9%/+22,1% $130B $618B $846B $3,8B→$9,6B
P4 — Experiências & Eventos
Score mercado: 67/100
+14,2%/+15,1% $266B $879B $985B $3,1B→$6,9B
P5 — ESG & Operational Intel.
Score mercado: 43/100
+22,0%/+28,6% $88B $528B $740B $2,9B→$7,2B
TOTAL SotP +15,6%/+17,2% $1.083B $3.993B $4.266B $19,8B→$47,4B
Nota metodológica: O TAM risk-adjusted aplica uma média ponderada dos cenários Base (55%), Bull (25%) e Bear (20%), incorporando os impactos geopolíticos documentados na análise de stress-test. Fontes: Phocuswright 2024 · Gartner Travel IT Spending 2024 · McKinsey TravelTech 2023 · Amadeus Annual Report 2024 · Análise interna BAE Ventures.
Stress-Test Geopolítico — Cenários 2026–2036

A conclusão central é contraintuitiva mas robusta: a geopolítica actual é um acelerador da tese da BAE, não uma ameaça. O SAM early-stage VC risk-adjusted é 2% a 7% superior ao baseline em todos os horizontes temporais. A instabilidade geopolítica redistribui valor e força adopção tecnológica mandatória em exactamente os pilares onde a BAE concentra o seu capital.

Conclusão — Por Que Esta Tese é Contra-Cíclica

O investimento em infraestrutura tecnológica do turismo tem uma característica que o distingue da maioria das classes de activos em contexto de incerteza: não depende do optimismo do mercado para criar valor — depende da pressão estrutural que força a adopção.

Quando a economia desacelera, os operadores turísticos cortam em workforce — e precisam mais de automação, não menos. Quando os custos de energia sobem, a procura por energy intelligence intensifica-se. Quando os ataques cibernéticos aumentam — como aumentam a 60% ao ano — o investimento em TrustTech torna-se mais urgente, não menos. Quando a regulação europeia avança — e avança independentemente do ciclo político nacional — a compliance tecnológica torna-se mandatória.

O Paralelo Histórico

O turismo em 2026 está onde o fintech estava em 2010: um setor digital por fora e analógico por dentro, com sistemas legados de 30–50 anos, uma procura crescente que os sistemas não conseguem suportar, e uma janela de entrada em early-stage antes de a curva de adopção se tornar óbvia para o mercado.

Os investidores que entraram no fintech em 2009–2012 — construindo sobre os destroços dos sistemas legados bancários, em plena crise financeira, quando os mercados de capitais eram hostis ao risco — capturaram retornos que os tornaram referência por décadas. Stripe, Adyen, Marqeta, Plaid, Mambu foram todas fundadas ou cresceram substancialmente nesse período de adversidade.

A diferença é que o turismo tem uma regulação europeia estruturante — NIS2, AI Act, DORA, ESRS — que o fintech não tinha em 2010, o que torna a procura ainda mais mandatória e o mercado ainda mais defensável.

I

O turismo global vai obrigatoriamente reconstruir a sua infraestrutura tecnológica na próxima década. O TAM total dos cinco pilares cresce de $1,1 triliões em 2026 para $4,0 triliões em 2036 — um mercado que mais do que triplica em dez anos com CAGR de 15,6%.

II

A geopolítica actual não é um obstáculo à tese — é um acelerador. Os mandatos regulatórios europeus, o sentimento anti-EUA e a pressão climática criam procura mandatória precisamente nos pilares onde a BAE concentra o seu capital (P3 e P5). O stress-test confirma SAM risk-adjusted 2–7% acima do baseline em todos os horizontes.

III

O momento de entrada é 2026–2028. O SAM early-stage está entre $20 e $30 biliões com valuations ainda em fase de formação, antes que a curva de adopção se torne óbvia e os preços de entrada reflictam o upside. Os fundos que entram agora capturam o retorno da infraestrutura invisível que o setor vai tornar indispensável. Os que esperam pagam pelo que os pioneiros construíram.

Comparação com Classes de Activos Alternativos
Classe de Activo Retorno Esperado Correlação Ciclo Risco Inflação Risco Geopolítico Exposição T&T Tech
Obrigações Soberanas EU (10 anos)2,5–3,5%AltaAltoMédioNula
Obrigações IG Corporate EU3,5–4,5%AltaMédioMédioNula
Equity Pública EU (MSCI Europe)7–10%/anoMuito AltaMédioAltoParcial
Private Equity (buyout, Europa)1,8–2,2× netAltaMédioMédio-AltoParcial
VC Generalista (EU, early-stage)2,0–2,8× netMédiaBaixoMédioNula
Real Estate (prime, EU)4–8%/anoMédiaMuito BaixoBaixoNula
BAE — Infrastructure & AI TravelTech 2,7–4,5× MOIC Baixa Muito Baixo Acelerador Integral
BAE S.A. vs. BAE Travel & Tourism Fund

A BAE Ventures opera dois veículos de investimento paralelos que investem na mesma tese — infraestrutura de IA para o turismo global — com a mesma equipa e acesso ao ecossistema BAE Ventures / Nexus Travel & Tourism Intelligence. A escolha depende do perfil regulatório, ticket disponível e preferência de liquidez.

Natureza jurídicaSociedade Anónima · Direito Português
RegulaçãoNão regulado CMVM
Target total€8.000.000 em 3 rondas
Ticket recomendado€100.000 (R1)
ParticipaçãoAções Preferenciais de Categoria A
Estado actualAberto — 1ª Ronda (2.ª emissão)
HorizonteMédio-longo prazo · sem maturidade definida
LiquidezMercado secundário + eventos estratégicos
Retorno projetadox 3,43 MOIC
Comissão gestãoNão aplicável
DepositárioNão aplicável
Perfil investidor idealEmpresas do setor turístico · Family Offices
Veículo 02
BAE Travel & Tourism Fund
FIA Aberto · Decreto-Lei 27/2023 · CMVM
Recomendado para LPs Institucionais
Natureza jurídicaFIA Aberto · Decreto-Lei 27/2023
RegulaçãoCMVM regulado
Target total €50M
Ticket mínimo€100.000
Ticket recomendado €250.000+
ParticipaçãoUnidades de participação · cat. A/B
Estado actualEm subscrição · Evergreen, sem fecho programado
HorizonteDuração indeterminada
Liquidez LPResgates programados · janelas periódicas reguladas
Retorno projetadox 3,5 MOIC · >25% IRR · benchmark 7%/ano
Comissão gestão2,0% (cat. A) · 1,5% (cat. B · ticket ≥€250k)
DepositárioCaixa Geral de Depósitos · Auditor: Kreston SROC
Perfil LP idealempresas do sector · family offices · institucionais
Oportunidade de Mercado
Qual é a oportunidade de mercado que justifica este investimento? +
LP Investment Report — Secções 1.1, 1.2 e 1.3 · Março 2026

O turismo global opera sobre uma infraestrutura tecnológica concebida há 30 a 50 anos. Os GDS que processam a maioria das reservas aéreas mundiais assentam em arquiteturas COBOL dos anos 1960–1970. Os PMS que gerem a operação da maioria dos hotéis não foram concebidos para comunicar com APIs modernas.

Contribuição T&T para o PIB global (2025)$11,7 biliões de USD — novo máximo histórico (WTTC 2026)
Projeção WTTC (2035)$16,5 biliões de USD
TAM TravelTech — 5 pilares (2026→2036)$1,1T → $4,0T (CAGR +15,6%)
SAM early-stage VC (2026→2036)$19,8B → $122B (crescimento 6×)
Janela de entrada ótima2026–2028 — valuations ainda em fase de formação
Porque é que 2026 é o momento certo para investir? +
LP Investment Report — Secções 1.3, 6.3 e 6.4 · Março 2026

O setor atravessa três transições simultâneas que criam uma janela de investimento assimétrica: a transição para sistemas AI-native, a normalização pós-pandémica da procura turística, e a pressão regulatória europeia (AI Act, ESRS, Data Act) que cria procura mandatória por infraestrutura tecnológica. O SAM early-stage está entre $20–30B com valuations ainda em formação — antes que a curva de adopção se torne óbvia e os preços de entrada reflitam o upside. Esta janela não reabre.

Adicionalmente, a conjuntura geopolítica actual — sentimento anti-EUA, redistribuição de fluxos turísticos para a Europa, e regulação europeia crescente — é um acelerador da tese da BAE, não uma ameaça. O stress-test geopolítico confirma que o SAM risk-adjusted é 2–7% superior ao baseline em todos os horizontes.

Plano de Negócios
Quais são os cinco pilares de investimento da BAE? +
Plano de Negócios (Anexo 1 do Acordo de Investimento)
P1 — IA & DistribuiçãoAgentes de IA, motores de decisão, plataformas conversacionais, substituição de OTAs e GDSs, agentic travel orchestration
P2 — Infraestrutura de DadosNormalização, APIs unificadas, knowledge graphs, interoperabilidade entre PMS, CRS, GDS, DMS
P3 — TrustTech & CibersegurançaIdentidade digital, biometria, zero-trust, pagamentos seguros, compliance automatizado, post-quantum cryptography
P4 — Experiências & EventosBilhética unificada, orquestração de eventos, experience routing por IA, crowd-flow management
P5 — ESG & Operational IntelligenceEficiência energética, gemelos digitais, automação hoteleira, reporting de sustentabilidade, métricas ESRS
Qual é a composição-alvo do portfólio? +
Plano de Negócios (Anexo 1 do Acordo de Investimento)
N.º de empresas até 203525–35 empresas complementares
Seed / Pre-Seed25% do portfólio
Série A / B50% do portfólio
Growth / Late Scale25% do portfólio
Follow-on reservadoAté 50% de cada fundo
Empresas com potencial de IPO ou aquisição global2–3
Presença geográfica15+ mercados prioritários
Qual é o estado atual do pipeline de investimentos? +
Plano de Negócios (Anexo 1 do Acordo de Investimento)
Startups identificadas com potencial relevante58.300
Startups já avaliadas (com relatório de avaliação)391
Oportunidades pré-qualificadas71
Investimentos em fase de execução9
Origem do deal flowVia Nexus Travel & Tourism Intelligence Innovation Platform + Rede Global de 46+ Venture Partners
A Ronda de Investimento
Quais são os termos da ronda de investimento actual? +
Ficha Técnica de Investimento · Acordo de Investimento
Tipo de ofertaColocação Privada
Rondas abertasR1 (2.ª emissão) + R2
Ticket mínimo R1 & R2€50.000 · 25.000 Ações de Categoria A · 0,50% do capital
Ticket mínimo R3€62.500 · 2.500 Ações · 0,25% do capital
Preço por ação€2,00 (R1 & R2) · €25,00 (R3)
Target total (3 rondas)€8.000.000
N.º máximo de investidores por ronda40
O que são as Ações de Categoria A e que direitos conferem? +
Ficha Técnica de Investimento · Acordo Parassocial — Cláusula 4.3

As Ações de Categoria A são ações preferenciais sem direito de voto, reservadas aos Investidores. Conferem os seguintes direitos:

Direito de não-diluiçãoOs investidores não são diluídos em novas rondas — são os Fundadores que diluem a sua participação para acomodar novos acionistas
Dividendo prioritário1% ao ano sobre o valor nominal das ações, pago antes de qualquer distribuição aos Fundadores
Reembolso prioritárioEm caso de liquidação, os titulares de Categoria A são reembolsados prioritariamente
Tag-alongDireito de venda conjunta pro-rata se os Fundadores alienarem a maioria do capital
Drag-alongObrigação de venda conjunta se proposta aprovada por ≥75% do capital e maioria dos Fundadores
Direito de preferênciaEm aumentos de capital, salvo no exercício do direito de não-diluição
Upside e Liquidez
Como é que o LP ganha dinheiro? Quais são os mecanismos de retorno? +
Acordo Parassocial — Cláusula 12 · Plano de Negócios

O LP na BAE S.A. ganha através de dois mecanismos simultâneos e independentes:

Valorização da holdingÀ medida que novas rondas entram a preços mais elevados, as ações existentes valorizam directamente. Cada ronda subsequente é um mark-up do capital anterior. Este mecanismo funciona antes e independentemente de qualquer exit.
Distribuição por exitsQuando uma empresa do portfólio é adquirida (M&A) ou entra numa Série B+, os proceeds fluem para a holding e são distribuídos proporcionalmente aos acionistas — sob a forma de dividendos e mais-valias por cada exit individual.
Dividendo prioritário1% ao ano sobre o valor nominal, pago antes de qualquer distribuição aos Fundadores.
Quais são as projeções financeiras da BAE Ventures S.A.? +
Plano de Negócios — BP BAE LP (Março 2026)
Capital investido pelos Acionistas€8.000.000
MOIC projetadox2,7–4,5 (base case x3,43)
IRR projetado>25% ao ano (base case ≈ 37,7%)
Bear casex1,8 net MOIC
Prazo do modelo7 anos
Principais fontes de receitaManagement fees das participadas, exits (M&A e IPO), dividendos de portfólio

Aviso: As projeções são estimativas baseadas em modelos internos da BAE Ventures e não constituem garantia de resultados futuros. O investimento em capital de risco envolve risco de perda parcial ou total do capital investido.

Como funciona a liquidez para LPs da BAE S.A.? +
Ficha Técnica de Investimento · Acordo Parassocial

A liquidez é garantida através de dois mecanismos complementares:

Mercado secundário internoJanelas programadas onde LPs existentes podem transaccionar participações com novos LPs aprovados pela gestão da Sociedade
Evento estratégicoEntrada de investidor institucional ou ronda de consolidação sectorial que proporciona liquidez parcial e valorização da holding

Ao contrário do BAE Travel & Tourism Fund, a BAE S.A. não tem resgates regulados nem janelas periódicas obrigatórias. A liquidez é event-driven e depende da evolução do portfólio e do mercado.

Processo de Subscrição
Qual é o processo de subscrição? +
Acordo de Investimento — Cláusula 1
1. Análise documentalRevisão da Ficha Técnica de Investimento, do Acordo de Investimento e do Acordo Parassocial
2. Reunião com a equipaApresentação da oportunidade e esclarecimento de dúvidas com Henrique Veiga (CEO) e António Parente (IR)
3. Assinatura do Acordo de InvestimentoPela BAE Ventures S.A., pelo Investidor, e pelos Fundadores
4. Transferência do capitalPara a conta da Sociedade, nos termos definidos no Acordo
5. Emissão das AçõesRegisto das Ações de Categoria A em nome do Investidor
6. Adesão ao Acordo ParassocialFormalização dos direitos e obrigações entre acionistas
Contacto para iniciar o processo +
NomeAntónio Parente
CargoHead of Investor Relations — BAE Ventures
Emailantonio.parente@baeventures.com
Telefone+351 910 933 375
Websitewww.baeventures.com
Pronto para avançar?
Contacte António Parente para agendar uma reunião de 30 minutos com Henrique Veiga (CEO) e receber acesso à Data Room — mediante confirmação de interesse.
António Parente
Head of Investor Relations